Fonte: Revista Exame
São Paulo - Nos Estados Unidos, o McDonald's está sendo processado por racismo e assédio sexual por dez
ex-funcionários de uma de suas lojas franqueadas no estado da Virgínia. A
informação é da Bloomberg
Businessweek.
De
acordo com a revista, em ação apresentada nesta quinta-feira ao tribunal
federal do país, o grupo de trabalhadores da franquia Soweva Co. acusa uma
supervisora de chamar os funcionários negros de "vadias" e
"favelados". A mulher teria ainda retirado sua dentadura e sugerido
fazer sexo oral com a equipe.
Um
segundo supervisor teria chamado um hispânico de "mexicano sujo" e
"mexicano gostoso", além de enviar fotos de seus genitais para
funcionários e tocá-los de forma inapropriada.
Os dois
supervisores ainda são acusados de demitir negros e hispânicos alegando que
eles "não se encaixavam no perfil" da companhia.
Segundo
a Businessweek, no processo, os trabalhadores afirmam ter feito queixas ao
McDonald's, que não teria tomado nenhuma atitude. A ação responsabiliza a rede
pelo problema na franquia e diz que ela "tolerou e ratificou a conduta do
Soweva".
O texto
diz ainda que a gigante de fast food tinha controle sobre os trabalhadores do
restaurante na Virgínia. A multinacional teria o costume de enviar
"clientes ocultos" mensalmente à unidade para avaliar o atendimento
aos consumidores.
Em
nota, o McDonald's disse à revista que ainda não teve conhecimento do processo,
mas que vai analisar a questão com muito cuidado. O franqueado Soweva não
respondeu à reportagem.







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